sábado, abril 02, 2011

Esperando, entendendo, escrevendo.

Eu vou passando de uma música para outra, olho meu e-mail, fotolog, twitter, blog, flickr, orkut, facebook, msn, skype.. Nada novo. Nada interessante. Essa música, essa é boa. Olha que genial essa batera. Ah, mas dessa eu já enjoei, próxima. Eu olho para o celular, olho para os lados, olho para dentro de mim. Abro minha agenda e fico folhando como se procurasse algo que não sei o que é, fecho. Abro meu caderno, vou folhando e fazendo notas mentais que esquecerei em cinco minutos. Abro um livro que estou tentando ler há meses, depois da terceira frase já não sei mais o que o autor tenta dizer. Olho a pilha de livros da faculdade, escolho um, dou uma olhada, faço mais uma nota mental e o deixo de lado. Levanto, vou até a geladeira procurar alguma coisa pra comer, lembro que estou de dieta, pego uma garrafa de água e volto. Pego meu cardápio da semana, será que é muito cedo pra lanchar? Deixo isso pra lá, volto para o computador, seleciono um episódio qualquer de uma série qualquer e começo a assistir, paro na metade e me distraio com a falta do que fazer. Olho pro relógio, por que o tempo não passa? Me pergunto por que eu te quero tanto, por que me esforço pra passar por todas as nossas tempestades, por que te deixei entrar dentro de mim dessa forma que não sai de jeito nenhum.  Aí eu lembro. Lembro da última vez que nos vimos, de como o teu beijo me calou quando eu ia começar a reclamar da tua demora, que eu não queria sair do teu colo para te deixar ir embora. E aí eu entendo. Pode ser quase insuportável quando tu não está aqui. As tempestades e turbulências podem constantes entre nós. Mas quando estamos juntos não há nada que consiga ser melhor.

2 comentários:

  1. Foda. *---*
    Que texto tudo.
    Quando amamos e temos a pessoa perto o tempo não importa. o tédio não consome...
    Mas é assim, desse jeito quando estão pelo menos quarenta minutos longe,rs.
    bj :*

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  2. Essas lembranças atordoam e fazer do dia a dia uma constante insatisfação mesmo. Sentir falta de alguém é ruim e gera um tipo de agitação que não conseguirmos controlar: nada parecer satisfazer.

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