domingo, janeiro 17, 2010

AMOR LIVRE!²

Acho meio estranha essa coisa de discutir sobre orientação sexual das pessoas, na verdade sou contra essa discussão. Ficar debatendo esse tipo de assunto só abre espaço para pseudo-moralistas expressarem seu preconceito ou para aquele que vão em qualquer modinha mostrarem sua total falta de conhecimento e/ou personalidade.
As pessoas tendem a se preocupar mais com os rótulos do que com os sentimentos e é essa preocupação que acaba banalizando as coisas. Hoje em dia é comum ver certos adolescentes maria-vai-com-as-outras que se dizem gays ou bissexuais apenas para serem considerados moderninhos, ou porque tal artista tem essa atitude. Não concordo com esse tipo de coisa, pois só envolve coisas fúteis e superficiais. Esse tipo de “homossexualismo” é meio burro, pois não é uma questão de sentimento ou desejo. É apenas uma maneira desesperada de tentar aparecer.
Muito diferente disso, é a questão que envolve amor, carinho, tesão ou qualquer outra coisa que leve alguém a querer ficar com uma pessoa. É aí que eu vejo a discussão como uma burrice monumental. Ninguém pode explicar exatamente o que leva uma pessoa a se apaixonar ou sentir desejo por outra. E mais do que isso, esses sentimentos não tem uma regra, não são passíveis de escolha. Sendo assim, é possível alguém apaixonar-se por qualquer sexo. A questão principal não é ser homem ou mulher e sim sentir uma coisa diferente que faz ter vontade de estar com aquele/aquela que se gosta. Esse gostar é aleatório, pode-se gostar de gordos, magros, brancos, negros, homens, mulheres, intelectuais, analfabetos, etc. Isso torna os rótulos sem sentido já que hoje eu posso gostar de uma garota, não pelo fato de ser garota, mas porque ela é divertida; inteligente; bonita e tem a ver comigo. Mas amanhã posso gostar de um garoto pelas mesmas razões. Isso me qualifica como hetero, homo ou bi ? Tanto faz. O que importa é se isso me faz feliz.
Já passou da hora de se preocupar mais com a felicidade e menos com o que essa felicidade vai parecer. Temos que ter em mente que o amor não tem razões óbvias, ele apenas acontece e não escolhe quem serão seus “alvos”. Busque a felicidade e não o entendimento. Todos nascemos livre e isso é um direito que deve ser aproveitado. Ame e seja livre, sem ligar pra que tipo de amor é o seu, se ele (o amor) provoca aquele sentimento de que nunca haverá nada igual e faz com que você se sinta especial é só isso que importa.

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