domingo, novembro 29, 2009

Soneto de fidelidade.


“De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure”
- Vinícius de Moraes

Um comentário:

- Se não leu o texto não comente só para eu comentar no seu blog, não me dou ao trabalho de responder esse tipo de comentário.
- Faça comentários relacionados ao texto, se quiser falar sobre outro assunto existem várias outras formas de entrar em contato comigo.
- Se quiser deixar o link do seu blog comente com Open ID, meu blog não é uma página de propagandas.
- Não peça para eu seguir seu blog, twitter, etc. Se eu achar interessante seguirei por conta própria.
- E se usar um texto meu me avise e dê os créditos. Plágio é crime!

Enfim, não gostaria de ser chata impondo regras aos comentários, mas algumas pessoas exageram.
Espero compreendam e que tenham gostado do blog.
Voltem e comentem sempre. ;)
Beijo :*