quarta-feira, setembro 30, 2009

O meu bem.

E esse teu jeito imperfeito ser me faz tão feliz. Tá, eu sei que normalmente o príncipe encantado é perfeito e vem de cavalo branco. Mas eu cansei de me apaixonar por pseudo-príncipes e suas supostas perfeições. Ninguém é perfeito e eu desse meu jeito torto só podia mesmo me encontrar em alguém imperfeito. E é isso mesmo, eu me encontrei aí, na paz e na calma que tu por vezes traz e por vezes leva. Porque eu que gosto tanto das diferenças não podia querer alguém igual a todos. Eu procurei e aparentemente encontrei alguém que se parece comigo e que aparentemente busca o mesmo que eu. E é nessa junção de vontades e de carinho que eu tenho encontrado felicidade e força quando tudo desaba. É aí que eu encontro algo pelo que esperar. Porque é tu que me completa. Mas não completa daquele jeito retinho que os casais felizes para sempre se completam. Tu me completa assim, meio errado e meio torto. Mas eu nem sei como fiquei sem ti por tanto tempo. Não sei como acreditei e esperei tantas coisas erradas. Até aqui e desperdicei todas as chances com quem não merecia, agora eu entrego as poucas que me restam para alguém que tem feito por merecer meu carinho e os meus textos e os meus sorrisos. Entrego as últimas chances pro bem, o meu bem, porque é isso que tu é, a personificação do bem pra mim. Tudo de bom e feliz da minha vida hoje se resume a ti. Porque tu me traz uma paz e uma alegria que só ele consegue levar embora. Mas tu não só tem deixado a paz e a alegria, como tem trazido mais. E traz também planos e promessas pro futuro. O nosso futuro. Porque contigo eu posso dizer nosso. Na verdade o pronome possessivo aqui não faz diferença, já que por vezes somos uma coisa só. Aliás, respondendo uma pergunta que tu me fez há quase um mês atrás: sim, eu ainda sou parte tua. E sempre serei. Por todos os dias em que tu quiser continuar sendo parte minha e me fazendo feliz. Porque não se pode separar algo como o que temos. E bem, minhas palavras serão interpretadas de várias formas, mas apenas uma pessoa conhece e entende o real sentido delas. Os outros, bem, eles acham que entendem e acham que sabem. Mas só nós sabemos o que nós sentimos e o que nós esperamos e o que nós queremos. Na verdade, só nós sabemos quem nós somos. Quase tudo nesse mundo é relativo, exceto as poucas coisas que vêm de dentro, como esse não-amor que nós sentimos. E se tantos casais que começam do jeito certo dão errado, eu acredito que nós, que começamos do jeito errado, terminaremos certo. Certo, juntos e felizes até que a gente se canse um do outro e se canse da felicidade. Aí voltaremos a ser errados, mas continuaremos nos completando pra sempre, porque não há volta pra nós. Nunca houve e nós dois sabemos desde o primeiro dia.

Um comentário:

  1. bá guria! (ah que gauchesco!) anda num ritmo alucinado de criatividade ein?

    ah, só pra constar: que lindo que ta teu blog!

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